Esquizofrenia: Sintomas comuns são frequentemente negligenciados pelos médicos
O tratamento de esquizofrenia está basicamente focado no controle de sintomas positivos, como alucinações e ilusões, enquanto outro grupo de sintomas que é igualmente importante para os pacientes é frequentemente negligenciado pelos clínicos.
O tratamento abrangente de todos os sintomas da esquizofrenia é possível e muitas pessoas com a doença podem se recuperar de uma forma que antes era inimaginável, de acordo com painel com psiquiatras e psicólogos reconhecidos nacionalmente. As recomendações foram publicadas num suplemento do CNS Spectruns e Primary Psychiatry.
"Tradicionalmente, os médicos são orientados a tratar a esquizofrenia de modo a prevenir a manifestação dos sintomas, ao invés de ajudar a pessoa a melhorar além do seu estado atual", disse Peter J. Weiden, MD. "Mas nós sabemos agora que adotando um foco de longo prazo e lidando com uma variação extensa de sintomas, muitos pacientes melhoram continuamente de modo que podem viver melhor."
Embora medicações para tratar os sintomas positivos de esquizofrenia (como alucinações, ilusões e desorganização) exista desde a metade do século 20, medicações mais novas introduzidas no começo da década de 90, conhecida como antipsicóticos atípicos, controlam também os sintomas frequentemente negligenciados de depressão, pensamentos suicidas e problemas em se lembrar ou se concentrar (sintomas afetivos e cognitivos). Por agora, "lidar com prejuízos afetivos e cognitivos ainda não se tornou importante no horizonte clínico", de acordo com Nina R. Schooler, PhD.
O suplemento, intitulado de Optimizing Treatment of Schizophrenia: Enhancing Affective/Cognitive and Depressive Functioning, inclui uma discussão dos resultados da Harris Interactive®, uma pesquisa nacional com pessoas com esquizofrenia, que ilustra claramente o problema.
65% relataram que seus médicos, quando tomam decisões de tratamento, colocam uma grande importância nos sintomas positivos enquanto apenas 37% sentem os seus médicos a colocar uma grande importância nos sintomas cognitivos.
Entre esses que tomam antipsicóticos, 77% dizem que sua medicação não ajuda adequadamente na capacidade de focar e se concentrar.
Entre esses que tomam antipsicóticos, a maioria (74%) também sente que sua medicação atual não consegue controlar a depressão enquanto 49% de todos os respondentes disseram que os seus médicos deram uma grande importância na depressão quando tomam decisões de tratamento.
Não obstante, os pacientes relataram que é tão importante controlar sintomas afetivos e cognitivos como a depressão (77%), problemas em realizar as atividades diárias (85%), e incapacidade de foco/concentração(81%), quanto é importante controlar alucinações e ilusões (84%).
"O malogro em controlar os sintomas emocionais e cognitivos da doença é uma das maiores barreiras que atualmente impede os pacientes de alcançar uma recuperação social e ocupacional significativa", disse Philip D. Harvey, PhD. "Nós acreditamos que é importante para os médicos olharem além do controle de sintomas positivos e considerar os benefícios emocionais/cognitivos de medicações para ajudarem os pacientes a alcançarem a recuperação funcional".
O levantamento descobriu que quase todos com esquizofrenia (94%) acreditam que o funcionamento diário é parte do tratamento bem sucedido para esquizofrenia e a maioria (83%) acredita que com as medicações corretas, pessoas com esquizofrenia podem estar aptas a viverem plenamente.
O tratamento abrangente de todos os sintomas da esquizofrenia é possível e muitas pessoas com a doença podem se recuperar de uma forma que antes era inimaginável, de acordo com painel com psiquiatras e psicólogos reconhecidos nacionalmente. As recomendações foram publicadas num suplemento do CNS Spectruns e Primary Psychiatry.
"Tradicionalmente, os médicos são orientados a tratar a esquizofrenia de modo a prevenir a manifestação dos sintomas, ao invés de ajudar a pessoa a melhorar além do seu estado atual", disse Peter J. Weiden, MD. "Mas nós sabemos agora que adotando um foco de longo prazo e lidando com uma variação extensa de sintomas, muitos pacientes melhoram continuamente de modo que podem viver melhor."
Embora medicações para tratar os sintomas positivos de esquizofrenia (como alucinações, ilusões e desorganização) exista desde a metade do século 20, medicações mais novas introduzidas no começo da década de 90, conhecida como antipsicóticos atípicos, controlam também os sintomas frequentemente negligenciados de depressão, pensamentos suicidas e problemas em se lembrar ou se concentrar (sintomas afetivos e cognitivos). Por agora, "lidar com prejuízos afetivos e cognitivos ainda não se tornou importante no horizonte clínico", de acordo com Nina R. Schooler, PhD.
O suplemento, intitulado de Optimizing Treatment of Schizophrenia: Enhancing Affective/Cognitive and Depressive Functioning, inclui uma discussão dos resultados da Harris Interactive®, uma pesquisa nacional com pessoas com esquizofrenia, que ilustra claramente o problema.
65% relataram que seus médicos, quando tomam decisões de tratamento, colocam uma grande importância nos sintomas positivos enquanto apenas 37% sentem os seus médicos a colocar uma grande importância nos sintomas cognitivos.
Entre esses que tomam antipsicóticos, 77% dizem que sua medicação não ajuda adequadamente na capacidade de focar e se concentrar.
Entre esses que tomam antipsicóticos, a maioria (74%) também sente que sua medicação atual não consegue controlar a depressão enquanto 49% de todos os respondentes disseram que os seus médicos deram uma grande importância na depressão quando tomam decisões de tratamento.
Não obstante, os pacientes relataram que é tão importante controlar sintomas afetivos e cognitivos como a depressão (77%), problemas em realizar as atividades diárias (85%), e incapacidade de foco/concentração(81%), quanto é importante controlar alucinações e ilusões (84%).
"O malogro em controlar os sintomas emocionais e cognitivos da doença é uma das maiores barreiras que atualmente impede os pacientes de alcançar uma recuperação social e ocupacional significativa", disse Philip D. Harvey, PhD. "Nós acreditamos que é importante para os médicos olharem além do controle de sintomas positivos e considerar os benefícios emocionais/cognitivos de medicações para ajudarem os pacientes a alcançarem a recuperação funcional".
O levantamento descobriu que quase todos com esquizofrenia (94%) acreditam que o funcionamento diário é parte do tratamento bem sucedido para esquizofrenia e a maioria (83%) acredita que com as medicações corretas, pessoas com esquizofrenia podem estar aptas a viverem plenamente.
Fonte: CNS Spectruns

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Segunda-feira, Abril 11, 2005
Esquizofrenia: Sintomas comuns são frequentemente negligenciados pelos médicos
O tratamento de esquizofrenia está basicamente focado no controle de sintomas positivos, como alucinações e ilusões, enquanto outro grupo de sintomas que é igualmente importante para os pacientes é frequentemente negligenciado pelos clínicos.
O tratamento abrangente de todos os sintomas da esquizofrenia é possível e muitas pessoas com a doença podem se recuperar de uma forma que antes era inimaginável, de acordo com painel com psiquiatras e psicólogos reconhecidos nacionalmente. As recomendações foram publicadas num suplemento do CNS Spectruns e Primary Psychiatry.
"Tradicionalmente, os médicos são orientados a tratar a esquizofrenia de modo a prevenir a manifestação dos sintomas, ao invés de ajudar a pessoa a melhorar além do seu estado atual", disse Peter J. Weiden, MD. "Mas nós sabemos agora que adotando um foco de longo prazo e lidando com uma variação extensa de sintomas, muitos pacientes melhoram continuamente de modo que podem viver melhor."
Embora medicações para tratar os sintomas positivos de esquizofrenia (como alucinações, ilusões e desorganização) exista desde a metade do século 20, medicações mais novas introduzidas no começo da década de 90, conhecida como antipsicóticos atípicos, controlam também os sintomas frequentemente negligenciados de depressão, pensamentos suicidas e problemas em se lembrar ou se concentrar (sintomas afetivos e cognitivos). Por agora, "lidar com prejuízos afetivos e cognitivos ainda não se tornou importante no horizonte clínico", de acordo com Nina R. Schooler, PhD.
O suplemento, intitulado de Optimizing Treatment of Schizophrenia: Enhancing Affective/Cognitive and Depressive Functioning, inclui uma discussão dos resultados da Harris Interactive®, uma pesquisa nacional com pessoas com esquizofrenia, que ilustra claramente o problema.
65% relataram que seus médicos, quando tomam decisões de tratamento, colocam uma grande importância nos sintomas positivos enquanto apenas 37% sentem os seus médicos a colocar uma grande importância nos sintomas cognitivos.
Entre esses que tomam antipsicóticos, 77% dizem que sua medicação não ajuda adequadamente na capacidade de focar e se concentrar.
Entre esses que tomam antipsicóticos, a maioria (74%) também sente que sua medicação atual não consegue controlar a depressão enquanto 49% de todos os respondentes disseram que os seus médicos deram uma grande importância na depressão quando tomam decisões de tratamento.
Não obstante, os pacientes relataram que é tão importante controlar sintomas afetivos e cognitivos como a depressão (77%), problemas em realizar as atividades diárias (85%), e incapacidade de foco/concentração(81%), quanto é importante controlar alucinações e ilusões (84%).
"O malogro em controlar os sintomas emocionais e cognitivos da doença é uma das maiores barreiras que atualmente impede os pacientes de alcançar uma recuperação social e ocupacional significativa", disse Philip D. Harvey, PhD. "Nós acreditamos que é importante para os médicos olharem além do controle de sintomas positivos e considerar os benefícios emocionais/cognitivos de medicações para ajudarem os pacientes a alcançarem a recuperação funcional".
O levantamento descobriu que quase todos com esquizofrenia (94%) acreditam que o funcionamento diário é parte do tratamento bem sucedido para esquizofrenia e a maioria (83%) acredita que com as medicações corretas, pessoas com esquizofrenia podem estar aptas a viverem plenamente.
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